terça-feira, 15 de maio de 2012

Alunos de Santa Rita do Sapucaí participam de competição de robótica nos Estados Unidos

Estudantes mineiros exaltam a experiência e já pensam em novas competições do conhecimento
Alunos da Escola Estadual Doutor Luiz Pinto de Almeida, do município de Santa Rita do Sapucaí, disputaram na Florida, nos Estados Unidos, o mundial de robótica, First Lego League, entre os dias 3 e 6 de maio. Dez alunos da escola, que integra a rede da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, voltaram para casa cheios de planos e com novas perspectivas.

Segundo a coordenadora da escola, Luciana Pires de Carvalho, a viagem foi uma ótima oportunidade para os alunos vivenciarem um intenso intercâmbio cultural, o que resulta em amadurecimento dos estudantes. 

Ainda que não saibam a classificação exata no ranking da competição, que recebeu 60 equipes, a X-factor, nome dado à equipe, acredita ter conseguido uma posição entre as dez primeiras colocadas. A pontuação relativa à última e quinta rodada da competição foi sigilosa. De acordo com Luciana Pires de Carvalho, na quarta rodada de avaliação, a equipe conseguiu 228 pontos em 400, e nenhuma outra equipe chegou aos 300 pontos.

Disputas à parte, os alunos voltaram muito animados em relação à nova experiência e ao aprendizado adquirido. “Vimos projetos muito interessantes. Conversamos com diretores e profissionais de gabarito. Além das amizades que fizemos, especialmente com as equipes da Colômbia e Holanda”, conta a estudante que participou da disputa, Ana Luiza. A coordenadora ainda lembrou que os alunos sentiram a importância de valorizar o aprendizado de outros idiomas. “Muitos voltaram com um desejo aguçado de aprofundarem sua capacidade de comunicação como poder de barganha”, afirmou Luciana.

Agora, os alunos da equipe X-Factor já pensam na próxima etapa da competição, que tem o tema “A terceira idade”. Intitulado Seniors Solutions (Soluções para pessoas da terceira idade), a competição, que será realizada em 2013, já conquistou a atenção dos alunos.

Até lá, os estudantes pretendem dar continuidade ao estudo na área de robótica realizados em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), que concedeu as bolsas de pesquisa aos alunos depois de terem faturado o 4º lugar na competição nacional em março deste ano, em São Paulo.

Segundo a estudante Ana Luiza, que participou pela primeira vez da competição, a experiência trouxe para ela e os colegas não só o desejo de aprofundar a pesquisa na área de engenharia. “Nós fomos para a competição com a mentalidade de um grupo unido por uma obrigação conjunta. Agora, voltamos com uma visão de uma verdadeira equipe em prol de um projeto. Nosso senso de coletividade mudou”, afirmou a integrante do X-Factor

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O encontro de Zé Abrão e Getúlio Vargas (Por Ivan Kallás)

Contam que, numa crise do café, os fazendeiros da cidade se reuniram e decidiram ir ao palácio do Catete, reivindicar ações de Getúlio Vargas. Dito e feito, formou-se a Comissão, com as mais ilustres personalidades locais. Alguém resolveu indicar o nome de Zé Abrão, na época tendo o maior comércio da cidade, mas apenas uma pequena fazenda. Ele, a princípio, aprovava a viagem, mas se recusava a ir junto, argumentando: “Ieu num sabi falá direito. Ieu vai atrapaiá o ilustri barticipação di ucêis. Meu sítiu é piquinin, só broduz um boco di banana i café. Vão ucêis qui são mais imbortanti.” Ao que os coronéis presentes argumentaram: “Sô Zé, si recusar é porque não quer participar.” E ele: “Intão ieu vai juntu com ucêis. Mas disbois num ricrama.” Arrumou a mala. Colocou a gravata E foi.

Zé Abrão, de terno bem passado e gravata quase sempre torta, juntou-se então à comitiva para reclamar de Getúlio Vargas providências na crise do café. Chegando todos, já com audiência marcada por homens de prestígio, foram para a sala de espera do Palácio do Catete. Esperaram, esperaram, foram servidos de cafezinho pela simpática secretária e reverenciados pelo Chefe de Gabinete. Enfim, receberam toda a simpatia de quem quer atender, mas não quer resolver. Até que entra um Deputado, sorridente, dizendo que, finalmente, iam ser recebidos, mas... Tinha havido um imprevisto, Getúlio estava recebendo uma visita inesperada de um diplomata estrangeiro. Ao mesmo tempo, uma crise nos quartéis exigia sua atenção imediata e, conclusão: Quem iria recebê-los era o Ministro do Interior, pessoa de alta posição, muito respeitado por Getúlio e cuja opinião seria definitiva para as decisões que seriam tomadas no caso. Todos se levantaram, dirigindo-se para o corredor que levaria ao gabinete do Ministro. Todos, menos Zé Abrão.
Quando já iam sair, alguém viu o Sô Zé, plantado na cadeira e pensaram que ele não tinha entendido a conversa: “Sô Zé! Vamos. Por aqui.” E Zé Abrão não se mexia. “Sô Zé! Vamos ser recebidos pelo Ministro!” E Zé Abrão continuava parado, apenas resmungando: “Ucêis bódi qui vai. Ieu fica.” E plantou-se na cadeira com as pernas abertas, segurando a bengala. “Mas Sô Zé, você disse que vinha com a gente. Não vai voltar atrás agora...” E ele: “Ieu num vai.” E os amigos argumentavam: “Mas por que, Sô Zé?” Ao que o turco velho retrucou: “IEU VIM FALÁ BRÁ DEUS. IEU NUM VIM BROSEÁ COM SÃO PEDRO.” E mesmo custando a entender o que aquele senhor dizia com o sotaque enrolado, eles compreenderam. Estavam sendo enrolados pela assessoria de Getúlio. Pensativos, voltaram a se assentar e o chefe da comitiva disse: “Agradecemos muito a atenção do Sr. Ministro do Interior e prezamos muito sua receptividade, mas se não pudermos falar com Getúlio, vamos voltar. Passado o primeiro constrangimento e decorridos mais alguns minutos, Getúlio Vargas recebeu pessoalmente a comitiva e, dizem, atendeu às suas reivindicações. E o Sô Zé, ou Zé Abrão, voltou para casa, saudado pelos seus companheiros como o grande herói da viagem.

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Trabalhos anteriores: STB (Técnico em Eletrônica) e Teclar (Auxiliar Técnico)

Contato: jaymeaffonsojunior@yahoo.com.br
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"Quase" fazer o básico virou obra de final de mandato

Hoje, enquanto passava pela Praça Santa Rita para ir trabalhar, notei uma situação extraordinária e inédita nos últimos anos. Um grupo de funcionários da prefeitura, estava limpando o encardido chão em torno da fonte e até dava sinais de que iria passar o vassourão em todo o largo da matriz. Isso não é incrível? Em quatro anos, eu sempre via aquele chão imundo e pensava: por que será que não compram uma máquina de alta pressão para dar um jeito nisso? (No governo do Paulinho Dentista era assim) Se todas as obras de infra-estrutura sempre são colocadas em torno da praça, talvez retirar toda aquela craca do chão poderia causar uma certa impressão em quem passa o resto do ano sem o mínimo de infraestrutura.

O milagre está acontecendo e parece ser obra da Santa do Impossíveis. Afinal, toda vez que se aproxima o dia da Padroeira, é um tal de revirar o gramado, varrer o chão, retirar o lixo e pintar faixinha de pedreste... Fica quase tudo lindo... em torno da praça.

Em Santa Rita do Sapucaí, "quase" fazer o básico já virou obra de final de mandato. Depois de quatro anos, pode ser que vejamos as ruas limpas, os gramados aparados e outras "obras" fantásticas. Enquanto isso, um precipício toma conta da única saída da cidade, poucos dias antes da Festa da Padroeira. Será um colapso? Oremos.

Santa dos Impossíveis, olhai por nós.

Começa hoje a Semana dos Museus

Série: Santarritenses ajudam a fiscalizar o trânsito local


Prestigie a Barraca da Apae

sexta-feira, 11 de maio de 2012

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No Dia das Mães, prestigie o comércio local.

Maria Luiza Matragrano, a santarritense que viu o lendário Zeppelin

A enfermidade do pai

Maria Luiza Matragrano tinha apenas 6 anos de idade quando, em 1936, seu pai, o famoso comerciante, Antônio de Cássia Filho, precisou realizar uns exames no Rio de Janeiro, para tratar um problema cardíaco, mais precisamente na válvula mitral, considerado incurável até então. 

Antes de partir, o Doutor Antenor já havia feito o diagnóstico, mas o Sr. Cássia preferiu buscar uma segunda opinião, desta vez com equipamentos específicos para a sua necessidade. Maria Luiza conta que seu pai tinha sérias limitações por conta da enfermidade e era absolutamente proibido de fazer esforço excessivo, jogar futebol ou praticar exercícios físicos. “Desde pequeno sofria crises de falta de ar e arritmia. Por este motivo, minha avó decidiu levá-lo ao famosíssimo doutor Miguel Couto.” – lembra a filha mais velha do comerciante.

Ao chegar ao Rio de Janeiro, o diagnóstico do renomado médico foi exatamente igual ao do Dr. Antenor. Espantado com a precisão do clínico santarritense, Miguel Couto falou: “Vocês não são de uma cidade minúscula do sul de Minas? Como podem ter conseguido diagnosticá-lo sem a aparelhagem que temos por aqui?”

Uma experiência incrível

Ao deixarem o consultório, Sr. Antônio de Cássia gostou tanto do clima da capital do Brasil que decidiu passar lá, uns meses com sua família. Nesse meio tempo, entre uma visita e outra aos pontos turísticos da cidade maravilhosa, uma visão marcou para sempre a vida daqueles santarritenses. Por coincidência, o lendário dirigível Graf Zeppelin acabava de chegar ao Brasil, vindo da poderosa Alemanha de Adolf Hitler.

Maria Luiza conta como foi ver o dirigível mais famoso de todos os tempos: “O Zeppelin voava muito baixo, bem devagarinho e, como ainda não havia prédios na cidade, ele passava a impressão de ser algo monstruoso. Ele era enorme e sua sombra cobria boa parte das casas.  Por onde passava, a luz do sol desaparecia e todos saíam às ruas para ver aquele espetáculo maravilhoso. Quando eu fecho os olhos, ainda consigo vê-lo com perfeição. Ele parecia ser todo metálico e tinha umas facetas que o contornavam. Sua superfície não parecia ser lisa. A impressão que dava era a de que ele era formado de placas. Debaixo dele, havia uma cabine de controle, onde era possível ver com nitidez os tripulantes que o dirigiam. Lembro-me do meu pai dizendo que aquele aparelho havia sido construído pelos alemães, considerados um povo muito evoluído para a época.”

A filha do Senhor Cássia conta que, dia desses, perguntou à sua irmã, Maria do Carmo,  se ela se lembrava daquele episódio, mas ela disse que não. Com apenas dois anos de idade, ela era ainda muito novinha para se recordar.
O Graf Zeppelin

O Graf Zeppelin tinha 213 metros de comprimento, 5 motores, transportava 20 passageiros e cerca de 45 tripulantes, sendo o maior dirigível da história até a data de sua construção, em 1928. Sua estrutura era baseada numa carcaça de alumínio, revestida por uma tela recoberta por lona de algodão, pintada com tinta prata, para refletir o calor. Dentro, existiam 60 pequenos balões com gás hidrogênio, juntamente com 5 motores de 12 cilindros, alimentados com um combustível leve, o Blau Gas (gás azul = H²) e gasolina, que o mantinham no ar, a uma velocidade de até 128 km por hora. Sua capacidade de carga era de 62 toneladas.

O Graf Zeppelin oferecia grande conforto. Apenas 35 lugares eram disponíveis e, normalmente, a lotação não ultrapassava 20 passageiros. A aeronave era bastante estável, devido ao seu tamanho. Os passageiros dispunham de cabines duplas, com beliches, sala de estar e de jantar, e até um salão para fumar, cuidadosamente isolado para não incendiar o perigoso e inflamável gás de sustentação da aeronave, o hidrogênio.

Em todos os 7 anos de operação dos dirigíveis no Brasil, houve apenas um incidente, e nenhum acidente. O incidente ocorreu quando um dos homens que seguravam as cordas de amarração, no solo, não ouviu a ordem de “soltar a corda” e ficou pendurado, a grande altura do chão, até que a aeronave voltasse ao solo, alertada pelo pessoal em terra.

Infelizmente, apenas 14 meses depois da novidade ter chegado ao Brasil (1.936), o Hindenburg acidentou-se nos Estados Unidos. Pouco antes de pousar, a aeronave incendiou-se, no dia 6 de maio de 1.937.

Apenas um mês depois, o Graf Zeppelin foi retirado de serviço. O dirigível irmão do Hindenburg, o LZ-130 Graf Zeppelin II, já concluído, nunca chegou a entrar em serviço ativo. Depois de passar alguns anos em um museu, ambos foram desmontados em 1.940, para aproveitamento do seu alumínio em aviões militares, por ordem do Marechal Goering.

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Serie: Internautas ajudam a fiscalizar o trânsito.

Essa imagem vale um Oscar. Flagra o veículo da própria Guarda Civil estacionado em local proibido. Tem que dar o exemplo, né tio?
Desrespeito ao trânsito tem sido crítico em Santa Rita. População pede apoio da GUARDA CIVIL, da Polícia Militar e da própria população.

Carro da prefeitura estacionado debaixo da placa de "Proibido Estacionar"
Desse jeito tio Paulinho não vai colocar estrelinha na sua testa.

Alunos da Escola Luiz Pinto retornam a Santa Rita depois de se apresentarem na Flórida

A Culturale acabou de chegar do Aeroporto de Guarulhos com a Equipe X Factor Fll que participou do torneio de robótica na Flórida - EUA! Todos muito felizes! (Por Patrícia Faustino)

Internautas flagram novas infrações de trânsito

Um caminhão estacionando na esquina da Luar Enxovais, totalmente torto e na contra-mão.

Vejam os comentários:

Caminhão estacionado de atravessado, longe da calçada e em vaga para motos. Tripla infração:
Vejam os comentários:
O que você pensa sobre isso? Envie-nos fotos e comentários.

Criador da Chilli Beans realiza palestra em Santa Rita

FAI, SACE E BIDI promovem evento de empreendedorismo em Santa Rita com Caito Maia.
Ontem, 10 de maio, Santa Rita recebeu a visita do empreendedor Caito Maia, criador da Chilli Bens, para uma palestra sobre oportunidades, inovação e negócios. Com grande experiência em tendências de mercado e profundo conhececedor dos hábitos de seu target, Caito mostrou como sua marca tornou-se referência fashion e apontou algumas estratégicas para iniciar sua atuação global. 
José Cláudio, diretor da FAI, faz a introdução da palestra.
Como disse o Diretor da FAI, José Cláudio, empreendedorismo não se ensina. É preciso ver como outros empresários fizeram para se dar bem e tirar lições para a própria inicitiava. Realmente, nada como a prática para apontar soluções para o dia-a-dia. 
Alunos e empreendedores lotaram o Auditório da ETE.
O evento, acontecido no Auditório Sinhá, contou com a presença de alunos da Faculdade de Administração e Informática (FAI) que ficaram admirados pela maneira criativa como o palestrante tem construído sua marca.
Pop Star: Caito Maia distribui autógrafos no final do evento.
O Palestrante:

Caito Maia estou música por 6 anos nos Estados Unidos, antes de retornar a Brasil com uma bolsa cheia de óculos. Ao vender todo o estoque em uma semana para seus amigos, o empreendedor percebeu uma oportunidade de negócio e passou a vender seus produtos em uma feira intinerante, conhecida como Mercado Mundo Mix (MMM). Seu próximo passo foi abrir uma loja na Galeria Ouro Fino, confeccionar um quiosque para ser colocado no centro shopping (local onde não pagaria aluguel) e expandir absurdamente em muito pouco tempo. Depois de 10 anos, a Chilli Beans se diferenciou tanto em design quanto em marca, se aliou a estilistas consagrados e elevou sua marca a uma das mais poderosas do país.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Juiz de Santa Rita do Sapucaí desenvolve projeto social

 
Conte-nos sobre o seu projeto

Pela experiência que eu tenho na atividade como juiz percebi que, no processo penal, a vítima é esqueci-da. Você pune ou não a pessoa, mas o prejuízo continuará existindo. Na maioria dos casos, tantos os bens materiais quantos as perdas imateriais não são revertidas. Por este motivo, procuramos criar uma forma de fazer com que o preso se reconcilie com sua vítima. Além de pagar para a sociedade, através da pena cumprida, ele também terá a oportunidade de pagar pelos danos que causou. Por outro lado, vale ressaltar que existe o sofrimento proporcionado também à família do detento. Muitas vezes, é ele a pessoa que coloca o leite dentro de sua casa. Quando ele deixa de promover o sustento, pode fazer com que seu filho saia da escola para trabalhar, sua filha se prostitua e sua esposa seja obrigada a fazer tripla jornada para alimentar a família. Foi então que eu conversei com dois empresários e sugeri a eles que pagassem 1 salário mínimo para cada preso, de forma que eles prestassem serviços à comunidade. Neste processo, todos os prédios seriam públicos. Metade do salário pago seria destinado à família do preso e a outra metade à vítima dele. No final desse projeto, uma audiência seria marcada e, se a vítima quisesse, receberia o dinheiro atualizado, das mãos de quem o subtraiu. Foi aí que nós criamos este projeto.

Como a família do preso é beneficiada?

A primeira etapa foi um assistente social fazer uma visita às casas dos presos para sabermos o que, realmente, seria preciso doar. A ideia não é repassarmos o dinheiro, mas fornecermos aquilo que a família realmente precisa. Enquanto isso, a cada três dias trabalhados, 1 dia é reduzido na pena dele. No caso do preso ser um traficante, como já aconteceu, metade do seu salário vai para a Fazenda Esperança, cujo objetivo é recuperar dependentes químicos. Com isso, nós conseguiremos manter a história local, através da manutenção de todos os prédios públicos e realizar um bom trabalho social. Na minha opinião, esta é uma alternativa onde todos ganham e onde temos a oportunidade de realizar a justiça reparativa.

Como funciona a escolha dos detentos?

Nós procuramos escolher pessoas que estejam em seu último ano de reclusão, que já tenham passado pela parte mais dolorida da pena e que estão começando a se aprontar para retornar ao convívio da sociedade. O interessante é que, nesse processo, eles acabam aprendendo uma profissão, como a de pintor, e se sentem, verdadeiramente, importantes para a sociedade. Um deles, até conseguiu emprego por conta da profissão que aprendeu. Nesse período, eles permanecem sob nossa vigi-lância, já começam a trabalhar e a-penas dormem na cadeia. Vale dizer que todos eles estão cientes de que têm uma única chance. Já houve um caso em que a família do preso quis entrar aqui para trazer um refrigerante para ele e eu pedi para que ele fosse desligado do projeto. Essa atitude doeu em mim, mas é necessária para que não vire bagunça.
Os presos dão sinais
de mudança?

Um fato que eu achei muito interessante foi que um dos detentos que participava desse projeto, vindo da Paraíba, ganhou saída temporária para ir ver sua família e, ainda assim, veio aqui para trabalhar. Ele disse que não queria perder o dia e recebeu normalmente pelo dia trabalhado. Achei essa atitude muito legal. Isso demonstra que ele não voltará a cometer o mesmo erro.

Como podemos colaborar?

Na minha opinião este é um projeto muito enriquecedor, fácil, simples e prático. É sempre bom ter um pouco de cuidado, mas vale a pena. Quem quiser participar, pode colaborar com materiais, com dinheiro ou da forma como preferir. Neste projeto de pintura do fórum, por exemplo, a Maçonaria nos forneceu grande parte da tinta. Quando nós formos para a delegacia, precisaremos de uma nova campanha e os empresários que estão colaborando, fecharam conosco por seis meses. Por isso, quem quiser pagar pelo serviço de um preso, será muito bem vindo. Atualmente, estamos realizando também um trabalho na beira do rio e toda ajuda é bem-vinda.

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Santarritenses criam grupo para fiscalizar mazelas no trânsito de Santa Rita

Na última semana, um grupo foi criado em Santa Rita para fiscalizar motoristas e apontar as mazelas no trânsito da cidade. O que mais se vê são carros estacionados nas esquinas, em frente a hidrantes, na contra-mão e em locais proibidos.
Veículo estacionado em local proibido.
Tal grupo, em por outro lado espera uma fiscalização maior por parte da Polícia Militar, para que este trabalho não seja apenas ilustrativo, além de ações da Prefeitura Municipal para favorecer o fluxos de veículos. Nos próximos dias, mostraremos alguns flagrantes produzidos pelos internautas, guardando a identidade e a procedência do veículo.

Veja alguns situações apresentadas pelos moradores da cidade:
Ônibus elimina grande quantidade de fumaça em via pública.

Por falta de mão dupla, dois caminhões congstionam o trânsito no centro da cidade.

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

OPINIÃO: O FIM TRÁGICO DA MAIONESE EM BISNAGA

 Alguém poderia me dizer quem foi o desalmado que solicitou a proibição de maionese e catchup em bisnaga em Santa Rita do Sapucaí? Pelo que sei, essa lei já havia sido implementada em várias localidades mas, até o momento, ainda não havia "chegado" por aqui. 
Vivo em Santa Rita desde que nasci e nunca soube de um único caso de desinteria ou morte súbita decorrente desse hábito inofensivo. Nos últimos dias, tenho comido em várias lanchonentes da cidade e notado que aqueles condimentos eram 40% do lanche. 
Realmente é uma pena haver essa  lei porque aqui os comerciantes zelam pela higiene e fazem condimentos caseiros, realmente deliciosos. Espero que esse caso seja reavaliado e revertido em breve. 
Enquanto isso, uma sugestão aos donos de lanchonetes: cobrar um valor a mais para colocar maionese hellmanns dentro do lanche. Aqueles sachezinhos não trazem a quantidade necessária, não têm gosto de nada e são bem pouco práticos.  
Quer compartilhar sua opinião sobre algum assunto de nossa cidade?
Envie um email para emporiodenoticias@hotmail.com 
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Sebrae oferece curso de "Atendimento ao Cliente" em Santa Rita

terça-feira, 8 de maio de 2012

Comerciantes de Santa Rita do Sapucaí estão revoltados com obra


Globo Repórter com o tema "Mentes Brilhantes" falará sobre aluno da ETE FMC

Recebemos informações de que o programa Globo Repórter, gravado na ETE FMC com o aluno Bruno Carmo Kaiuca (20MT), sobre mentes criativas, será exibido no dia 18 de maio de 2012, conforme informação da produção da Globo. (Data ainda não confirmada)