terça-feira, 8 de maio de 2012

SITUAÇÃO DA RODOVIÁRIA E DO TRANSPORTE PÚBLICO INTERMUNICIPAL É DEGRADANTE

Situação do Terminal Rodoviário do Vale da Eletrônica é precária. (Crédito da imagem: Tiago Maluta)
 Situação Precária do Transporte Público em Santa Rita do Sapucaí:

Nesta semana, precisei viajar de ônibus, rumo à capital paulista e me deparei com um quadro lamentável, enfrentado por santarritenses que precisam usar a rodoviária todas as semanas. Nosso terminal continua um caos completo (se não está ainda pior do que antes), com bicicletas e automóveis estacionados no espaço dos ônibus e muitas outras mazelas. Já situação das famílias e viajantes não é diferente: a venda de bebidas alcoólicas criou um ponto de encontro de ébrios e pedidores de esmola que ocupam os bancos destinados aos passageiros, incomodam quem espera pelo embarque e jogam lixo pelo chão. Para piorar ainda mais a situação, no canteiro central, bem ao lado da rodoviária, uma densa fumaça de churrasco (em local irregular) emite um odor horrível de gordura, causando ainda mais desconforto aos passageiros. Já que a construção de uma nova rodoviária - necessidade básica do santarritense - ainda não foi possível, seria imprescindível que a mesma sofresse, no mínimo, uma reforma - antes do término deste mandato. Não seria nada mal se o piso fosse trocado, tais situações citadas acima fossem sanadas e não tivéssemos que nos preocupar com o bem-estar de nossa família quando um ou outro parente ou turista necessitar embarcar. 

Aí vão algumas sugestões - de responsabilidade da prefeitura - para sanar este problema:

1) Urgente proibição da venda de bebidas alcoólicas no Terminal Rodoviário
(Aquele local é feito para o embarque de passageiros e não beber para cachaça)

2) Proibição da venda de churrasquinho ao lado do terminal 
(Ninguém merece aquela fumaça horrorosa enquanto espera pelo ônibus)

3) Fiscalização para que motoristas e ciclistas não estacionem seus carros no local destinado aos ônibus
(Essa situação acontece todos os dias no local e parece não ter ninguém para fiscalizar)

4) Já que a nova rodoviária - necessidade básica e urgente - não é prioridade desse governo, que seja feita uma reforma completa no antigo terminal, com colocação de piso de mármore, pintura, reforma dos estabelecimentos comerciais, aplicação de novos monitores, etc.

Situação da Viação Santa Cruz, responsável pelo transporte de passageiros para São Paulo e outras localidades:

Não  menos revoltante é a maneira como o passageiro que necessita viajar para São Paulo e adjacências. é tratada pela atuais companhias de viação. A falta de concorrência faz com que o desrespeito ao passageiro seja completo e uma viagem que poderia durar 3 horas, dure 4 ou até 5.

Precisamos urgentemente de opções para os serviços prestados pelas atuais companhias e cabe à prefeitura lutar por tais benefícios. É realmente  muito difícil viajar em companhias que tratam tão mal seus passageios, já que não existem outras para optar.

Aí vão alguns itens que precisam ser avaliados:

1) Em São Paulo é muito comum vendedores ambulantes adentrarem os ônibus e incomodarem os passageiros com um discurso cansativo. Esta situação aconteceu comigo na última semana - como outras vezes - e precisa terminar.

2) Precisamos ter mais opções de linhas para que possamos escolher viajar nessa ou naquela linha. Uma Viação com a qualidade da Cometa, por exemplo, não seria nada mau por aqui.

3) Uma viagem que antes durava 3 horas até São Paulo chega a ficar uma hora mais demorada com a entrada em Bragança Paulista, local onde quase não entra e nem sai ninguém. Para um passageiro que partiu de Minas em direção à capital Paulista é uma tortura perder ainda mais tempo.

4) A fedentina dentro dos ônibus, ao entardecer, é algo insuportável. Não tem quem entre em um ônibus nesse horário e não chegue em casa com um cheiro insuportável de urina. Essa situação precisa mudar urgentemente.

5) Existe a proibição que passageiros conversem com motoristas mas já cansei de ver (e até documentei) cenas em que motoristas abrem a cabine para bater papo com algum passageiro. Esta situação faz com que o motorista perca a atenção e incomode o passageiro com aquela gritaria interminável. Algo precisa ser feito.

Cabe ao prefeito, junto com seus secretários intervirem diante desta situação para que tenhamos um mínimo de conforto em nossas viagens. Por outro lado, é dever da prefeitura empreender melhorias nesse sentido e cabe aos vereadores cobrarem soluções plausíveis e urgentes. Aguardamos providências.

Santarritense faz desabafo sobre situação das ruas em Santa Rita do Sapucaí

Imagem enviada por leitor demonstra estado lamentável do trânsito local. Atualmente, existe um carro para cada quatro habitantes de Santa Rita do Sapucaí.
Será que é preciso gastar dinheiro pra fazer algumas as ruas virarem mão única ? Parece que ninguém percebe há ruas que não suportam mais carros estacionados dos dois lados. Transito de caminhões, não passa ninguém! (Denilson Souza)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Take Five Propaganda cria reposicionamento de marca para empresa residente na Incubadora Municipal

A Take Five Propaganda acaba de desenvolver um Reposicionamento de Marca para a empresa FAG Soluções Tecnológicas - residente na Incubadora Municipal de Empresas. Com foco em fabricação de fontes customizadas, a agência optou pelo distanciamento do produto para valorizar a estratégia. 

Ao se distanciar dos similiares chineses, a FAG passou a atender pequenas e médias empresas, através da agilidade na entrega e da garantia incondicional de qualidade. O fato do produto ser desenvolvido sob medida para as necessidades do cliente também se apresenta como um forte diferencial, já que os preços são competitivos em relação aos concorrentes. 

A FAG fornece produtos para empresas do Vale da Eletrônica e das mais afastadas regiões do Brasil através de um extenso portfolio.
Clique na imagem para ampliar.

Rubens Carneiro Pinto, o último herói de guerra santarritense

Conte-nos sobre o início da Segunda Guerra

Desde a Primeira Guerra, a alemanha havia sido derrotada e já vi-nha com a intenção de se vingar. Em 1942, começou uma disputa entre a Alemanha e os Estados Unidos. Ambos queriam que o Brasil os apoiasse, dada a posição estratégica do nosso país. Getúlio Vargas, cada hora pendia para um lado e procurava sempre tirar o melhor partido da situação até que o Roosevelt realizou uma reunião em Natal e ofereceu ao Brasil a construção da Usina de Volta Redonda. Nisso, a Alemanha se voltou contra nós e começou a torpedear diversos de nossos navios, além de criar a chamada “quinta coluna”, formada por espiões dos alemães que viviam por aqui. Com isso, declaramos guerra contra os nazistas, e começaram os preparativos para enviar os nossos soldados.
Como foi a convocação dos pracinhas santarritenses?

Desde 1941, já havia uma certa mobilização de homens por aqui. Nessa época, nós fazíamos o Tiro-de-Guerra e já estávamos recebendo instruções fortes para o que poderia acontecer.

Em 1944, mais ou menos 15 soldados de nosso tiro-de-guerra de Santa Rita foram convocados para São João Del Rei. Ao todo, mais de 5000 estudantes foram chamados. De lá, houve uma distribuição para diversas cidades e nós fomos levados para Itajubá. Três meses depois, nós realizamos o curso de cabo e, assim que terminamos, foram chamados 400 homens da turma de engenharia, formados lá. Como só havíamos nós, passamos a fazer parte do grupo. De Itajubá, fomos enviados para Juiz de Fora e, de lá, para o Regimento Sampaio, no Rio de Janeiro, onde fizemos uma inspeção de saúde muito minuciosa, realizada por 10 médicos americanos. Na minha vez, ele me diz: “Parabéns, menino! Você é especial.” Em seguida, ele escreveu, um “E” do tamanho da ficha. Naquele dia, começaram a chegar soldados de todos os lugares para formar o chamado “terceiro escalão”, formado por 5 mil homens. Todos os dias, éramos obrigados a assistir cenas cabeludas de guerra. De noite eu nem dormia. De vez em quando, eles fingiam que iríamos embarcar, os portões eram fechados e ficávamos três dias lá. Quem não estava preparado fugia. Daqui de Santa Rita mesmo, dois soldados desertaram e foram obrigados a ficar escondidos. Aquilo tudo era usado para fazer com que apenas os soldados com sangue frio permanecessem no grupo para que não prejudicassem os outros.

E o embarque para a Itália?

Nós embarcamos para a Itália no dia 22 de novembro de 1944 e a viagem durou quinze dias. Cerca de 5000 soldados embarcaram junto comigo. Os santarritenses Maurício Adami e João Adami também estavam lá. Os outros já tinham embarcado no primeiro e no segundo escalão. O navio era escoltado por dois destroyers e dois torpedeiros. Naquela altura, o Atlântico estava coalhado de submarinos. A verdade é que os alemães já estavam se preparando para a guerra há muitos anos, mas nós não. Dentro da embarcação havia 7 andares de alojamentos, 4 deles ficavam abaixo do nível do mar. A pressão lá dentro era muito grande e você sentia falta de ar. O João Adami ficou no alojamento mais fundo e passou 15 dias deitado. Todo dia de manhã, a gente tinha que subir ao convés para almoçar e tomar sol. O navio estava tão pesado que nem balançava.

Qual foi sua reação ao chegar à Europa?

Quando desembarcamos em Nápoles, senti um enorme frio na barriga. Por onde olhava, era só ambulância. No céu, diversos balões antiaéreos. Como eu tinha visto imagens da primeira guerra, onde as pessoas iam todas correndo em direção ao fogo inimigo e ficavam mortas pelo caminho, me assustei quando fomos recepcionados por um soldado gordo e forte e perguntei: “Como pode você estar na guerra e estar gordo e bem de saúde desse jeito?” E ele me contou que as coisas não eram bem como que eu estava pensando e começou a me explicar como tudo funcionava. Até então, eu não sabia de nada. Comecei a aprender tudo na prática.

E o episódio do “Feijão da Barcaça”?

Enquanto não seguíamos viagem, procuramos conhecer o local, percorremos as redondezas e compramos um feijão branco que tinha no porto. No dia seguinte, embarcamos em uma barcaça em que cabiam 200 homens e partimos em direção à Pisa. Ficava todo mundo espremido. Alguns ficavam embaixo e eu fiquei no convés. A embarcação balançava tanto que aquela viagem ficou conhecida por nós como “Feijão da Barcaça”. Pra você ter uma ideia, se alguém dormia era jogado pra cima e caía em outra posição. O povo ia passando mal lá embaixo e um tenente ficava na escada pegando o balde com vômito para levar para cima. Numa dessas, na hora em que ele foi subir a escadinha, o barco balançou e o balde caiu em cima dele.

Ao desembarcarmos em Pisa, ficamos 15 dias em quarentena, até sermos deslocados para Pistoia, em um alojamento que recebia os machucados que chegavam e preparavam os equipamentos dos soldados. Desde então, fomos incorporados ao Quinto Exército, formado por brasileiros, americanos, ingleses e marroquinos. Ali, recebemos equipamentos, fardas e alimentação dos americanos. A comida que eles nos davam era completamente diferente da que estávamos acostumados.  Arroz e feijão nós só comíamos uma vez por semana. Naquele local, eles começavam a formar os grupos compostos por enfermeiros, eletricistas e nós, que éramos do grupo de Engenharia e Transmissões. Tudo era muito rápido. Em uma semana éramos preparados para fazer o que era necessário.
Conte-nos sobre o período de guerra

Os alemães já tinham preparado tudo. A ideia deles era dominar a África, chegar ao Morrocos e, de lá, alcançar a base de Natal, para atacar os Estados Unidos. Foi quando vieram os aliados e os empurraram para a Itália. Era contra esses soldados que nós lutávamos.

Nossas tropas eram divididas em artilharia, infantaria e um grupo de apoio – do qual eu fazia parte. Dentro do meu grupo, havia os pontoneiros, capazes de montar pontes em cinco minutos; os sapadores, que construíam e realizam consertos em estradas; e os mineiros, que tinham a missão de desarmar as minas que havia pelo caminho. Nós, da Engenharia, dávamos assistência a tudo o que fosse necessário.

Durante a guerra, morreram poucos brasileiros porque os americanos esquematizavam tudo. Nós só avançávamos quando o inimigo já havia sido eliminado. Primeiro saía uma patrulha de reconhecimento; a artilharia entrava em ação e, depois, chegava um grupo de combate para eliminar o que havia sobrado. Ao passarmos por estes postos, encontrávamos a infantaria alemã do outro lado.

Os Brasileiros eram bem tratados?

Algo que percebi foi que nós éramos preservados ao máximo. Os americanos sempre diziam: “Armas nós temos em quantidade, equipamentos também. Agora, ‘seres humanos’ demoram 20 anos para serem feitos e precisam ser preservados ao máximo.  Como não sabemos quanto tempo essa guerra vai durar, vocês serão preservados.”

Você teve contato direto com os Nazistas?

Quando prendíamos os soldados, ninguém podia encostar neles. Eles eram pessoas normais. Já o pessoal da SS, era um povo amaldiçoado. Eles entravam na cidade, matavam os homens, pegavam as meninas de 10 ou 12 anos, defloravam, e riscavam com uma faca o símbolo deles no joelho delas. Eu cheguei a ver o desenho de dois raios riscados nelas. O que tinha de comida, eles comiam tudo. Eles eram muito cruéis.
Como eram os brasileiros em combate?

Assim que a artilharia brasileira entrava em combate, atingia sempre o objetivo. Os soldados não tinham medo de nada. Os alemães nos classificavam como uma tropa adestrada, sem comando e formada por loucos. Quando os alemães viram aquela correria no campo de batalha, perguntaram aos soldados que armas o inimigo estava usando e eles disse-ram: “Não são armas, são brasileiros.”

A verdade é que nós éramos muito admirados. Lembro que o exército formado pelos pretos americanos ficou muito admirado quando viram que no nosso não havia divisão por cor, como acontecia com os americanos. Eles nos adoravam porque, no nosso grupo, era todo mundo amigo e misturado. O exército deles era separado. Um dia, em um contingente de americanos pretos, eles fizeram as maior festa conosco. Nos deram comida, fizeram de tudo para agradar e disseram que nos admiravam muito porque não estavam acostumados com aquilo.

E o final da Guerra?

No retorno, os grupos foram vindo aos poucos. Até então, existia um temor de que tivéssemos que ir para o Japão, já que eles ainda não haviam se rendido. Quando caiu a bomba atômica, soubemos que iríamos retornar. Minha turma só entrou no navio, 5 meses depois da guerra ter terminado. Fomos os últimos a sair.

Como foi a chegada ao Brasil?

Quando chegamos ao Brasil, todo mundo trouxe uma neurose de guerra. Um dos nossos companheiros, aqui de Santa Rita, chegou a se esconder debaixo da cama quando soltaram uns foguetes na praça. Quando eu estava retornando à cidade, alguém de Santa Rita me viu na estação de Maria da Fé e ligou avisando o meu pai. Até então, todo mundo já tinha sido recebido com festa, mas eu estava vindo sem avisar ninguém. Quando eu cheguei à estação, o povo invadiu o vagão e eu fui carregado nas costas, até a praça. Lá, fui recebido por uma banda de musica, e aconteceram discursos. No dia 7 de setembro, participamos do desfile e houve diversas comemorações. Dos 8 expedicionários santarritenses que combateram na segunda guerra, eu sou o último.

Oferecimento:

Detentos de Santa Rita do Sapucaí trabalham e parte do salário vai para vítimas dos crimes

Trabalhar na prisão e ressarcir, ainda que parcialmente, as vítimas dos crimes que cometeram. Nem parece realidade, mas já acontece em Santa Rita do Sapucaí, na região Sul de Minas Gerais. Cinco detentos que cumprem pena no presídio da cidade estão trabalhando na reforma do Fórum da comarca e o salário que recebem pelo trabalho é dividido em duas partes: metade vai para a própria família e a outra metade para as vítimas de seus delitos. A iniciativa, que já acontece há cerca de dois meses, é realizada em parceria entre a unidade prisional e o poder judiciário, por meio do juiz da comarca, José Henrique Mallmann.
O diretor geral do Presídio de Santa Rita do Sapucaí, Gilson Rafael Silva, explica que o dinheiro para pagamento dos presos é arrecadado por meio de parcerias com empresários locais. Até que seja repassada às partes, em audiências de pagamento, a quantia fica depositada em uma conta do Conselho da Comunidade. “Até hoje, duas audiências já foram realizadas. Outras quatro ainda acontecerão”, conta.


De acordo com José Henrique Mallmann, a iniciativa vai ao encontro da Justiça Restaurativa. “Não fica só na punição, vai um pouco adiante. Também devolve o custo que o preso tem para a sociedade. O trabalho é feito em prédios públicos e históricos, traz a ideia de preservação e pacificação social e a vítima também não foi esquecida”, explica. Apesar de ser um projeto piloto, o magistrado já avalia a iniciativa muito positivamente. “Não houve problema de disciplina e a gente percebe que a própria comunidade está elogiando o trabalho”, destacou.


A ação prioriza detentos que cometeram furtos, já que assim é possível realizar a restituição financeira da vítima. No entanto, há, também, um preso que foi condenado por tráfico. Nesse caso, metade do salário é repassada à Fazenda Esperança, que oferece tratamento a dependentes químicos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

SEMANA DOS MUSEUS EM SANTA RITA DO SAPUCAÍ

DIFUSORA:Diretor da ETE, Padre Guy, deve deixar Santa Rita na próxima sexta-feira (4)

O padre jesuíta, Guy Jorge Ruffier, está à frente da administração da Escola Técnica de Eletrônica Francisco Moreira da Costa desde 2006. Recentemente, ele recebeu um convite para assumir a direção do Colégio Anchieta, na cidade de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. Padre Guy deve se despedir de Santa Rita do Sapucaí na próxima sexta-feira (4).
 

Escoteiros fazem divulgação do Grupo nas escolas

Para a divulgação do Movimento Escoteiro em Santa Rita do Sapucaí, o G.E. Papa Léguas e o Museu Municipal Dr Delfim Moreira estão realizando algumas apresentações sobre o escotismo, nas escolas da cidade.
Nesta semana, a divulgação está ocorrendo na Escola Estadual Dr Luiz Pinto de Almeida, onde foi montada uma exposição de fotos e foi ministrada uma Palestra sobre o Escotismo  para cinco turmas de alunos do 6º ano (150 alunos).
A palestra, ministrada pelas Escoteiras Lívia e Ana Flávia, foi realizada na manhã do dia 03/05, e foi bem aceita pelas crianças, que demonstraram interesse em visitar e participar do G.E.
Na próxima semana, a Exposição de Fotos será transferida para a Escola Estadual Sanico Telles, onde também será realizada outra palestra informativa para os alunos do 6º ano daquela escola.
 Oferecimento:

Santarritense usará Duson durante a Segundona Mineira

Uniforme 1 do Santarritense.
O Santarritense Futebol Clube, equipe de Santa Rita do Sapucaí, cidade localizada no Sul do estado de Minas Gerais, entrará na disputa do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão edição 2012 usando materiais confeccionados pela empresa Duson, localizada no Centro de Campinas/SP.
A empresa de Campinas já fez uniformes para bastantes clubes brasileiros, dentre eles alguns mineiros, como Poços de Caldas, Caldense, Uberaba e Pirapora. No ano passado, a empresa formalizou uma parceria com o Jacutinga Atlético Clube, que disputou a Segundona Mineira daquele ano. Esse ano o Jacutinga estará, novamente, usando materiais da Duson durante a competição. 
Uniforme 2 do Santarritense
Segundo o diretor do Santarritense, Bugalu, as camisas estarão à venda a partir do dia 5 de maio na Loja Mattos Calçados, localizada na Av. Sinhá Moreira, 82, no Centro de Santa Rita do Sapucaí. Bugalu acrescentou que o preço da camisa será de R$ 75,00 e poderá ser dividida em até três vezes no cartão de crédito. 

Semana do Empreendedor começa em Santa Rita

Clique Aqui para ver a reportagem.

Banda formada por Santarritenses apresenta-se no auditório do Inatel

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Empório 53 - Dia 5 de Maio - Nas Bancas!

Nesta Edição:
- A trajetória do Empreendedor João Luiz Vilela (João Zaca)
- Conheça a extraordinária história do urubu chamado Frederico
- A vida de José "Padóia" Brusamolin
- Ivon fala sobre um duelo entre nos dois maiores coronéis
- Nídia Telles fala sobre suas lembranças de infância
- Ivan Kallás fala sobre um outro motivo para Sinhá Moreira ter criado a ETE
- A Despedida de Guy Jorge Ruffier - Diretor da ETE FMC
- Como surgiu o Asilo de Santa Rita do Sapucaí (Fotos inéditas)
- Como anda o Asilo nos dias de hoje
- Próximo Encontro de Estudantes do Inatel será em Santa Rita
- Os melhores momentos da Mostra do Comercio 2012

ESTA EDIÇÃO ESTÁ IMPERDIVEL! DIA 6 DE MAIO, CORRA NAS BANCAS OU ASSINE O JORNAL (35 REAIS ANUAIS PARA SANTA RITA E 55 REAIS ANUAIS PARA OUTRAS LOCALIDADES)

TV ALTEROSA: Avenida abandonada atrapalha negócios

Mais de 15 empresas estão instaladas numa avenida abandonada em Santa Rita do Sapucaí. O descaso atrapalha as empresas.
Clique na Imagem para abrir o vídeo.

Santa Rita do Sapucaí (MG): Festa do Trabalhador 2012 promovida pelo Sindmetsrs foi um sucesso

As comemorações ao Dia do Trabalho foram um sucesso nas cidades de Conceição dos Ouros, Cachoeira de Minas e Santa Rita do Sapucaí (MG). Os três municípios fazem parte da base sindical do Sindmetsrs (Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Santa Rita do Sapucaí e Região) e receberam eventos voltados para crianças e pais.

No último domingo (29), a festa foi realizada em Conceição dos Ouros e Cachoeira de Minas, com o tradicional Sacode a Praça. Brinquedos, diversão, doces e sorvetes ficaram à disposição dos participantes nas praças centrai dos municípios.

A chuva, que caiu no período da tarde, não estragou a festa que foi transferida para o Poliesportivo em Conceição dos Ouros e para a quadra de uma escola municipal em Cachoeira de Minas.

Na segunda-feira (30), Santa Rita do Sapucaí recebeu o mesmo evento que ocorreu no Ginásio Poliesportivo da Nova Cidade. Centenas de crianças brincaram durante todo o dia e se divertiram com mais de 4 mil sorvetes comprados pelo Sindicato para distribuição.

DIFUSORA: Câmara aprova aumento para vereadores após presidente defender a redução no subsídio

A Câmara de vereadores de Santa Rita do Sapucaí aprovou, por unanimidade, o reajuste do subsídio aos vereadores, na noite da última quarta-feira (2). A aprovação ocorreu menos de uma semana depois, do presidente do legislativo, Waldecir Januário, defender redução no valor recebido pelos vereadores.

Em entrevista ao jornal Notícias do Dia, no último dia 25 de abril, o vereador afirmou. “Quero falar de coração. Estou entrando com um projeto na Câmara Municipal reduzindo o salário do vereador para 50% e do prefeito para 30% a menos. Esse projeto Será colocado em pauta até quarta-feira (2) que vem na nossa Câmara”. A decisão foi outra seis dias após essa entrevista.

O plenário confirmou o reajuste de 4,96% para o presidente da Câmara e vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários municipais. O projeto foi aprovado sob a justificativa de ser uma compensação da inflação do período com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e não um aumento.

Fonte: Difusora

O retorno do Pe. Guy Ruffier SJ a Nova Friburgo

Na última semana, soubemos que o Diretor da ETE FMC, o Padre Guy Jorge Ruffier SJ, foi designado pelo Provincial Jesuíta Padre Mieczyslaw Smyda, para voltar a dirigir o Colégio Anchieta, de Nova Friburgo. Desta forma, em breve, Santa Rita do Sapucaí se despedirá de um de seus cidadãos mais ativos e empreendedores.
Ao longo dos seis anos em que esteve à frente da ETE FMC, muita água rolou. Padre Guy Ruffier chegou para substituir o inesquecível Padre Raul e, desde então, integrou-se à comunidade para favorecer iniciativas, nos mais diversos setores.

Logo que assumiu a diretoria da Escola de Eletrônica, em meio às transições naturais do início de sua administração, Guy teve que se deparar com uma ameaça de desapropriação do prédio provisório (Bloco 1) da Instituição e soube tratar o assunto com grande inteligência e estratégia.

Nos anos seguintes, a ETE acabou se tornando responsável pela gestão do CVT (Centro Vocacional Tecnológico), com a importante missão de oferecer cursos de capacitação para os trabalhadores e jovens locais. Mais uma vez, a atuação do estimado Padre Guy foi fundamental nesse processo e grandes conquistas têm sido alcançadas.

Com o apoio dos diretores Ialdo Correia, Prof. Alexandre Barbosa e do Pe. Ramon de La Cigoña (que acaba de ser substituído pelo Pe. Elcio José de Toledo SJ), a ETE FMC passou por grandes transformações nesse período ao inaugurar um Museu da Eletrônica, criar um Centro de Convivência conhecido como Casa Nossa Senhora da Paz, oferecer uma nova modalidade (Equipamentos Biomédicos), consolidar o ETE Ensino Médio e criar o CEDEN (Centro de Desenvolvimento de Negócios).

Mesmo com todas essas obras, num curto período de tempo, talvez a maior delas tenha sido sua atuação junto ao Hospital Antônio Moreira da Costa. Quando soube da situação precária da saúde local, coube ao Padre Guy – juntamente com outras lideranças – criar um ambiente mais profissional dentro da entidade, estabelecer regras para o bom atendimento e implementar um Centro de Diagnóstico por Imagem, inédito no município.

Como se já não bastasse todas essas ações pelo bem-estar de nossa comunidade, não poderíamos nos esquecer que o querido Padre Guy é também um sacerdote e, como tal, participou de evangelizações na zona rural, realizou missas, casamentos e mostrou aos santarritenses que a verdadeira oração é feita de obras que empreendemos em benefício da coletividade.

Sim. Sentiremos muita falta deste senhor de cabelos brancos e palavra franca. Para nós, será inesquecível sua firmeza de caráter e transparência nas ações. O que restará para nós será o sentimento de que aprendemos muito, a saudade do amigo e os votos que nossas vidas se cruzem num futuro breve.

Ao empreendedor, Guy Jorge Ruffier, SJ, nossos agradecimentos e votos de que seja muito feliz em seus próximos trabalhos. Que seu amor pela prática cristã se perpetue por muitos anos e possa beneficiar novamente Nova Friburgo – terra onde os desastres naturais colocaram a população sob tão duras provas e privações.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Imperdível: criador da Chilli Beans ministrará palestra em Santa Rita do Sapucaí

No dia 10 de maio, acontece em Santa Rita do Sapucaí o Encontro Empresarial Grandes Ideias, Grandes Empreendedores. O evento, que será realizado no Auditório da ETE - Escola Técnica de Eletrônica "FMC", tem como proposta trazer cases de pessoas que acreditaram no seu projeto e conseguiram alcançar o sucesso. A ideia é mostrar aos empresários e aos futuros empreendedores como foi a trajetória desses cases, apresentando as dificuldades, ideias, inovações, resultados e todas as situações enfrentadas no percurso.

A palestra desta edição será com Caito Malta, fundador de uma das marcas que mais cresceu no Brasil na última década: a Chilli Beans.

No meio da década de 90, Caito deixou sua banda de rock, foi morar na Califórnia e, na volta, começou a vender óculos que ele tinha comprado nos EUA. Então, saiu do atacado para o varejo. Mais de uma década depois, sua marca Chilli Beans tem mais de 160 pontos no Brasil e alguns lá fora (com uma filial até em Los Angeles). A marca fundada por ele se tornou uma referência não só no mercado em de acessórios de moda (mais especificamente de óculos escuros), mas também no que se refere a franquias.

O evento será realizado por meio da parceria entre o BIDI - Bureau de Informação, Desenvolvimento e Inovação da FAI - Centro de Ensino Superior em Gestão, Tecnologia e Educação e SaCE - Sapucaí Consultoria Empresarial, com apoio institucional da FAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais.

Para mais informações ligue (35) 3421 2162, com Eliana na SaCE.

Promessa do Galo, jogador santarritense é destaque em diversos sites do país

Jovem atacante Henrique é promovido ao profissional

No treino desta manhã de terça feira, a novidade foi o atacante da base Henrique Rafael que há algum tempo já estava sendo observado pelo técnico atleticano Cuca.

O jovem Henrique nasceu no dia 23 de agosto de 1993, na cidade de Santa Rita do Sapucaí, no estado de Minas Gerais. A principal característica do Henrique é a velocidade, é um jogador bem rápido, um jogador que não tem medo do adversário em campo e que a todo tempo busca com a velocidade criar boas jogadas.
Esperamos que ele possa desenvolver essa característica no profissional, e que possa repetir o bom futebol apresentado na base.
 

Galo treina com novidades, jovens da base podem ser relacionados

No treino desta terça-feira, o técnico Cuca apresentou algumas novidades na equipe atleticana. Leandro Donizete apresentou fadiga muscular e foi poupado das atividades. A equipe foi escalada com: Giovanni; Marcos Rocha, Réver, Lima e Richarlyson; Pierre, Serginho, Mancini e Escudero; Danilinho e André.

Durante o treino, Neto Berola entrou no lugar de Escudero e o jovem Leleu na posição ocupada pelo experiente Mancini. Após o coletivo, Cuca realizou treino de finalizações e jogadas aéreas.

A principal novidade do treinamento foi a presença do jovem atacante Henrique, oriundo das categorias de base alvinegras. Henrique Roberto Rafael, de 18 anos, passará a treinar entre os profissionais. O atleta, nasceu em 23 de agosto de 1993, em Santa Rita do Sapucaí (MG).

terça-feira, 1 de maio de 2012

Santarritense será o novo reforço do Atlético Mineiro

O técnico Cuca comandou um coletivo um coletivo na manhã desta terça-feira, na Cidade do Galo, iniciando a definição da equipe para o jogo contra o Goiás, pelas oitavas de final da Copa do Brasil . A partida contra o time esmeraldino acontecerá às 21h50 desta quinta-feira, na Arena Independência.
Força jovem  - Uma das novidades do treino foi a presença do jovem atacante Henrique, promovido da equipe júnior. O jovem atleta já vinha sendo observado por Cuca desde o início da temporada e passará a treinar entre os profissionais. Henrique Roberto Rafael nasceu em 23 de agosto de 1993, em Santa Rita do Sapucaí (MG).

Homens são presos tentando instalar chupa-cabra em caixa eletrônico

Empresa que controla circuito interno do banco chamou a polícia. Dois homens do Estado de São Paulo foram presos em flagrante.

Dois homens foram presos na manhã desta terça-feira (1º) em Santa Rita do Sapucaí (MG) suspeitos de tentarem instalar um dispositivo de chupa-cabra no caixa eletrônico de uma agência da Caixa Econômica Federal, no Centro da cidade. Segundo a Polícia Militar, a empresa que controla o circuito interno de segurança do banco acionou a polícia. Os dois homens, que são do Estado de São Paulo, foram presos em flagrante.