terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Geração Milenium - novo perfil dos alunos exige educação diferenciada


Na última semana, enquanto realizávamos uma pesquisa para detectar o que os alunos esperam de um bom Curso Médio, um deles fez um comentário que nos chamou a atenção: “Escola boa é aquela em que não percebemos que estamos na escola”. Através desta resposta, aparentemente simples, constatamos que os alunos mudaram, mas as escolas – de modo geral - não. Os velhos modelos didáticos estão cada vez mais distantes das necessidades dos alunos e o reflexo disso são as dificuldades que eles encontram no momento de tomar as rédeas de suas vida.
O laboratório de química e biologia possui dezenas de peças e equipamentos.
Novo conceito de educação

Em um mundo de interatividade e fácil acesso à informação, uma boa escola deixou de ser aquela que fornece apenas conteúdo. Para ser completa, é necessário que a instituição ofereça atributos que só a vida prática proporciona. Com essa nova tendência, muitos pais, ao optarem pela escola onde matricularão seus filhos, têm buscado aquelas que possibilitem a experimentação, que estimulem as artes, que promovam o desenvolvimento moral e que proporcionem um aprimoramento integral de seus filhos. “Nós não preparamos apenas para o vestibular. Nossa preparação é para a vida.” conta Ialdo Correia, Diretor Administrativo da ETE FMC – instituição que adota o método de Formação Integral.

“Nossos alunos, são ensinados a pensar. A maioria deles só irá perceber o valor da ETE alguns anos depois, quando tiverem que tomar uma decisão importante e se lembrarem que foi aqui que desenvolveram essa habilidade.” – afirma Alexandre Loures Barbosa, Diretor Pedagógico da ETE FMC.
A prática esportiva é amplamente incentivada através de campeonatos internos.
Detalhes fazem a diferença

“A criação do ETE Ensino Médio, há alguns anos, surgiu da necessidade de oferecer essa filosofia àqueles que não têm interesse pela eletrônica.” – enfatiza Alexandre. “Através de iniciativas como grupos de teatro, práticas esportivas, laboratórios bem equipados e eventos comunitários, oferecemos ao aluno muito além dos modelos convencionais. Aqui ninguém aprende macetes. Nossos alunos são incentivados a encontrar respostas para os seus desafios.
Alunos do ETE Ensino Médio encenam peça de Teatro.
Para quem quer se dar bem

Para aqueles que querem conhecer um pouco da estrutura da ETE FMC, a escola tem estimulado as visitas monitoradas ao campus. Já os interessados em se inscrever para o processo seletivo dos Cursos Técnicos ou para o ETE Ensino Médio podem obter informações através do site da escola (www.etefmc.com.br )ou pelo telefone 35 3473 3600. Vale ressaltar que a instituição tem contado com um sistema de bolsas de estudos que oferece 50% ou 100% de gratuidade para boa parte dos alunos, mediante avaliação socioeconômica de suas famílias.
LiveETE: Todos os anos, um festival de bandas formada pelos alunos agita a escola.
(Carlos Romero Carneiro)

Munhoz e Mariano são os sertanejos da vez no carnaval


Depois de Luan Santana em 2011 e Michel Teló em 2012, em 2013 os sertanejos sul-mato-grossenses da vez são Munhoz e Mariano no Carnaval de Salvador.
Dupla já esteve em Salvador no dia 13 de janeiro, no ensaio do Bloco Harém. (Foto: Divulgação)
A dupla do Camaro Amarelo inspirou, inclusive, um dos principais camarotes da festa baiana, o da Skol, que tem como um dos slogans “Tô tirando onda no camarote amarelo”.
Munhoz e Mariano estiveram no ensaio do Bloco Harém, em janeiro, e se preparam para participação já no primeiro dia do maior Carnaval de rua do País. No dia 7 eles estarão no “Camarote Salvador” e no dia 8 no espaço da Skol.
Depois da Bahia, a agenda segue em São Paulo. Em Votuporanga, no dia 9, eles tocam no Bloco Oba.

No domingo de Carnaval estarão em Minas Gerais, onde cantam na folia popular de dois municípios do interior, Muzambinho e Santa Rita do Sapucaí.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Santa Rita, no tempo dos grandes Festivais


No início dos anos 70, o Brasil vivia um período político altamente conturbado. Em plena ditadura militar, o país era governado pelo temido General Garrastazu Médici, considerado um capeta com carinha de vovô. No auge da repressão e sem direito de manifestar-se livremente as pessoas buscavam, nas expressões artísticas, uma forma de transmitir seus protestos contra o regime vigente. Nesse contexto, surgiram diversos eventos musicais pelo país que eram visivelmente inspirados no “Festival de Música Popular Brasileira”, exibido pela TV Record. Um deles, o FEME, foi criado em Santa Rita do Sapucaí por membros do Grêmio Estudantil da Escola de Eletrônica e tornou-se um dos mais importantes festivais de Minas Gerais.
Quando surgiu o “Festival de Música Estudantil”, o presidente do Grêmio chamava-se Miguel Farbiah. Consi-derado um grande pianista e membro de uma orquestra de renome no Rio de Janeiro, o descendente de libaneses foi um dos mentores do evento e seu piano – doado à ETE após a sua formatura - permanece na instituição até os dias de hoje. 

Inicialmente, o evento acontecia no Teatro Sinhá Moreira (ETE) e tinha sua capacidade máxima (984 lugares) completamente esgotada pelo público formado por estudantes, intelectuais, músicos e pela juventude da época. Depois de algum tempo, algumas poltronas acabaram danificadas e a direção da escola proibiu que as apresentações acontecessem dentro do recinto. Desde então, o FEME passou a ser produzido em um campo de futebol, nos fundos da instituição e, quem esteve por lá, diz que nunca passou tanto frio na vida. “O evento era ao lado do Rio, em pleno inverno. O frio era intenso e muita gente acabava no pronto-socorro.” – conta Vera Lúcia Martinez, uma das participantes do Festival.
No decorrer das edições, os prêmios foram aumentando e, consequente-mente, a qualidade das músicas também foi crescendo. Com isso, músicos profissionais de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte começaram a desembarcar no pequeno ponto de ônibus da cidade, para apresentar suas composições. Isso, porém, não impedia que o palco fosse alvo de protestos ou intervenções irreverentes. Um dos candidatos ao prêmio, o estudante Morcegão, teve a brilhante ideia de cantar com uma tampa de privada no pescoço e um guarda-chuva na mão. Sua canção, era mais ou menos assim: “Era uma vez um guarda-chuva que casou com um passarinho. E desse casamento, deu-se à luz um morceguinho.”

A cantora Sylvia Maria que tornou-se reconhecida por suas apresentações no Programa Almoço com as Estrelas, da TV Tupi, foi uma das artistas famosas que vieram competir. Ao lado de seu marido, o pianista Adylson Godoy, a artista foi ovacionada por uma multidão de jovens e se emocionou muito ao interpretar uma de suas canções. 

Muito bem organizado, o FEME convidava personalidades locais para participar do julgamento e convocava algumas das moças mais belas da sociedade para cuidar do cerimonial. Duas delas, as jovens Jussara Mendes e Vera Lúcia apresentaram o Festival por alguns anos e ainda são lembradas por quem viveu aquela época tão especial. 
Vera Lúcia Martinez conta que, anualmente, inscrevia dois conjuntos vocais no Festival. Um deles havia sido montado para as festividades dos 70 anos de Dona Maria Hespanha Martinez Del Castilho e foi batizado de “Ramalhete” pelo ex-ministro, José Francisco Rezeck. Sua outra banda contava com os instrumentistas pousoalegrenses Cezinha, Didu e Otávio Meyer, além de seu amigo Bruno Matragrano. “Edmundo Pereira, o baixista da banda, destacava-se por sua incrível habilidade musical e viria a ser pai de Luiz Schiavon, o tecladista do RPM, além de matricular dois de seus filhos na ETE FMC.”

Com o passar dos anos, este modelo de evento acabou perdendo a força que obteve no final dos anos 60 e os festivais que surgiram em seguida jamais tiveram a mesma força. Contudo, ainda restam as lembranças, relatos e fotos de uma época em que a música ainda não era monossilábica e que o “faça você mesmo” era a palavra de ordem entre jovens que não podiam contar com a internet para divulgar seus trabalhos.

(Agradecemos os depoimentos da amiga Vera Lúcia Martinez para produção desta matéria.)
(Por Carlos Romero Carneiro)

Oferecimento:

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Teaser: Rede Minas exibe reportagem sobre Santa Rita do Sapucaí



Conhecimento e espirito inovador transformaram Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, em conhecido vale da eletrônica. É de lá a empresa que nasceu em uma incubadora e hoje comercializa equipamentos médicos e odontológicos, em todo Brasil. 

Essa é a história do BDMG em Rede de segunda, dia 28 de janeiro, às 20h55, na Rede Minas.

Difusora: Moradores questionam o horário de coleta de lixo urbano em Santa Rita do Sapucaí

O diretor municipal de obras de Santa Rita do Sapucaí pediu a colaboração dos moradores da cidade para depositarem o lixo urbano no horário e local adequado para a coleta. O assunto foi ao ar na edição do Jornal Notícias do Dia na última segunda-feira (22). Algumas moradoras do município questionaram o pedido do diretor e informaram que há dois problemas na coleta, como ocorre por exemplo, no bairro Ozório Machado. Elas alegam que há um intervalo de mais de cinco horas entre o horário em que o lixeiro organiza o lixo e o momento da coleta realizada pelo caminhão. As moradoras solicitam que a Prefeitura também verifique o horário de passagem do caminhão nos bairros.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Bloco Vermelho e Preto 2013

Vaga de Emprego: Técnico em Eletrônica Júnior


Missão: Realizar manutenção dos rastreadores e acessórios produzidos e comercializados pela empresa.
Requisitos:
. Curso técnico concluído na área de eletrônica ou eletrotécnica;
. Experiência anterior com manutenção de equipamentos.
Remuneração: R$ 1.045,64
Benefícios: Assistência Médica e Assistência Odontológica , Seguro de Vida Bradesco, VR R$14,40/dia.
Local: Santa Rita do Sapucaí / MG
CVs para camila.barbosa@zatix.com.br, indicando no campo assunto o título da posição.

Difusora: Senhora está residindo na Rodoviária de Santa Rita

Nayara Andery Uma senhora, moradora de Pouso Alegre, permanece na rodoviária de Santa Rita do Sapucaí há mais de uma semana. A Guarda Municipal e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social tem a identificação da mulher. A Secretaria fez o atendimento e localizou a família dela, que mora também em Pouso Alegre. Segundo testemunhas, a senhora sempre retorna para a rodoviária, pois não deseja voltar para casa no momento. 
O comerciante, Vicente Pereira, que possui um estabelecimento comercial na rodoviária, conta que a mulher está no local há cerca de três semanas. "Eu só sei que ela fica de manhã e a noite. Deve fazer mais ou menos umas três semanas já. Ela fica aqui na rodoviária, mas não dorme aqui. Ela deve dormir na rua. Uma hora ela fala que é de Itajubá, outra hora ela fala que é de Pouso Alegre... ela não fala certa.", diz Pereira. 

A Secretária Interina de Desenvolvimento Social de Santa Rita, Aline Ferreira, afirma que os familiares da mulher foram localizados e os assistentes sociais aguardam que eles possam cuidar dela. "Apareceu uma senhora, o Serviço Social fez o atendimento com ela, localizou a família, pediu para a família vir ao município procurá-la mas, até o momento, a família não procurou o setor social. Todo o trabalho de acolhimento, de busca da família foi feito, aí vai depender da família estar compartilhando com a gente também, para estar ajudando". 

Aline destaca que a família é responsável pelo bem-estar e cuidados de pessoas que saem de casa ou que se tornam dependentes químicas. "Porque um parente, um amigo, um irmão, é responsável pela pessoa. Então, tem que vir buscar, se ela tem problema de alcoolismo, qualquer problema de saúde, a família tem que se prontificar. A gente faz todo o contato, quando tem passagem a gente pode estar cedendo, mas a família é a principal responsável", esclarece. 

O atendimento a pessoas que estão nas ruas do município é feito pela Secretaria de Desenvolvimento Social, que "faz o acolhimento, a triagem, vê se precisa de documento, tem cadastro... Para quem quer sair do município é cedida passagem, dado albergue, mas depende do morador querer ser ajudado", fala Aline. 

 A secretaria interina ainda destaca que o auxílio à pessoa que tem deficiência mental ou dependência química só é possível mediante a autorização da pessoa a ser tratada. "Primeiramente ela precisa aceitar o tratamento. Então, se ela aceitar, a gente tem o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) que dá suporte nisso e acionamos a família também para estar ajudando". Em casos de interdição judicial da pessoa, a família ou poder público pode direcioná-la para o tratamento de forma obrigatória. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Serra da Mantiqueira (Ivon Luiz Pinto)


A nossa cidade está cercada por Serras como a da Bela Vista ou Paredão, a de Natércia, a do Balaio e muitas outras. Todas fazem parte do conjunto geográfico da Serra da Mantiqueira.

A Serra da Mantiqueira  tem   nome de origem tupi-guarani Amanti-Kir e significa “Serra que chora”, devido à grande quantidade de nascentes e riachos encontrados em suas encostas. No início da ocupação do Brasil, ela  foi um grande obstáculo a ser vencido pelas expedições que iam para o interior em busca do ouro e das pedras preciosas.
Com a descoberta do ouro, a Coroa Portuguesa, no intuito de controlar o trânsito do metal e facilitar a cobrança dos impostos, definiu o único caminho permitido para o acesso às minas e para o transporte do metal, e que ficou conhecido como Caminho Geral do Sertão. Este se iniciava em Paraty, atravessava a Serra do Mar e atingia Guaratinguetá. Daí seguia pelo caminho dos Paulistas, atravessando a Mantiqueira e passando por onde estão hoje Passa-Quatro, Itanhandu, Santana do Capivari, Consolação, Pouso Alto, Boa Vista, Baependi, Conceição do Rio Verde, Cruzília e Ingaí. Ali atravessava o Rio Grande chegando a Ibituruna e subia o Rio das Velhas até o Arraial do Rio das Mortes, hoje São João Del Rey. Seguia então até a Vila Rica, hoje Ouro Preto. Outro caminho era feito saindo de Taubaté, passando por Lorena, subindo a serra até Delfim Moreira e depois Itajubá, Natércia e Santa Rita do Sapucaí até o Mandu.

A Lenda da Mantiqueira

Conta a lenda que vivia uma prin-cesa encantada da Brava Tribo Guerreira do Povo Tupi. Seu nome, o tempo esqueceu, de seu rosto a lembrança perdeu; só se sabe que era linda.

Era tão linda que todos a queriam, mas ela não queria ninguém. Vira homens se matarem por vê-la. Tacapes velozes triturando ossos, setas certeiras cortando carnes. Como poderiam amá-la se não amavam a si próprios?

A bela princesa se apaixonou pelo Sol, o guerreiro de cocar de fogo e ouro, que vivia lá em cima, no céu, caçando para Tupã. Mas o Sol, ao contrário de tantos príncipes, não queria saber dela. Não via sua beleza, não escutava suas palavras nem se detinha para tê-la.

Mal passava, cálido, por sua pele morena, sua tez cheirando a flor, mal acariciava seus pelos negros, suas pernas esguias, e, fugaz, seguia impávido a senda das horas e das sombras. Mas ela era tão bonita que senti-la nua, seus pequenos túrgidos seios, seus lábios de mel e seiva, sua virginal lascívia, acabaram também encantando o Sol. E o Guerreiro de Cocar de Fogo fazia horas de meio-dia sobre o Itaguaré…

A Lua, mal surgia sobre a serra, já sumia acolá. Logo, não havia noite. O sol não se punha mais e não havia sono, e não havia sonho, e tão perto vinha o Sol beijar a amada que os pastos se incendiavam, a capoeira secava e ferviam os lamaçais…

De tênues penugens de prata, plumas alvas de cegonhaçu, a Lua viu que estava ameaçada por uma simples mulher. O Sol, que na Oca do Infinito já lhe dera tantas madrugadas de prazer, tantas auroras de puro gosto, se apaixonara por uma mulher…

E tanto, de tanto que Tupã quis saber o que era, que a Lua, cheia de ódio, crescente de ciúme, minguando de dor, se fez um novo ser de noite-sem-lua e foi contar tudo para Tupã. Como uma simples mulher ousou amar o Sol? Como o Sol ousou deter o tempo para amar alguém ?

Que ele nunca mais a visse! Mas o Sol tudo vê! … Tupã ergueu a maior montanha que existia e, lá dentro, encerrou a Princesinha Encantada da Brava Tribo Guerreira do Povo Tupi. O Sol, de dor, sangrou poentes e quis se afogar no mar. A Lua, com a dor do seu amado, chorou miríades de estrelas e prantos de luz. Mas nenhum choro foi tão chorado como a da Princesinha, tão bela, que nunca mais pôde ver o dia, que nunca mais sentiria o Sol… Ela chorou rios de lágrimas, Rio Verde, Rio Passa Quatro, Rio Quilombo, rios de águas límpidas, minas, fontes, grotas, ribeiras, enchentes, corredeiras, bicas, mananciais. Seu povo esqueceu seu nome, mas chamou Amantikir, a “Serra-que-chora.

Reclame Aqui divulga reclamação contra motorista da Gardênia

Boa tarde! Gostaria de efetuar uma reclamação. Hoje, dia 20/01/2013, por volta das 19 h, no trevo de saída da cidade de Santa Rita do Sapucaí, sentido Itajubá, o motorista Rui Costa, ônibus número 2210 não respeitou a placa de PARE do trevo e quase bati meu carro em cheio no mesmo. Eu vinha sentido Itajubá, a 60Km/h, na faixa da direita e só não bati porque joguei o carro no acostamento, vindo a bater a roda em várias pedras grandes, quase caindo num buraco, danificando a suspensão de meu GOL e quase atingindo uma pedestre. Parei mais à frente, o motorista desceu e disse que a culpa não foi dele e que não tinha acontecido nada comigo e com o carro e seguiu viagem. Agora, meu carro está danificado, com a roda, volante, eixo, etc.. tudo torto. Eu fico no prejuízo? Gostaria de providências da empresa. Pode até ser que o motorista não tenha visto meu carro e um Fox prata que estava a meu lado a esquerda, porém a placa PARE está lá, e deveria ter sido respeitada. Pelo menos o motorista parou e pediu desculpas, mas e meu prejuízo?

Blog do Jaci: OPORTUNIDADE DE EMPREGO


A empresa a contratar é uma micro empresa e contará com um profissional especialista em vendas e áreas afins, o mesmo deverá ser dinâmico e atenderá o perfil que contribua constantemente para o crescimento da empresa e de si próprio.

CARGO: Consultor Comercial
Local: Atuação em Santa Rita do Sapucaí e região, com disponibilidade para viagens.
Formação: Graduado ou cursando a partir do 4º ano dos cursos de Administração, Marketing, Propaganda ou áreas afins.
Idiomas:
Desejável inglês ou espanhol
CNH: Necessário ‘B’ - Desejável ‘A’
Benefícios:
Salário compatível com o mercado, comissão de vendas, convênio médico, possibilidades de crescimento.

Os currículos deverão ser enviados para o e-mail: rosangela.integrar@hotmail.com
no período de 15 a 22 de janeiro de 2013.

$UCE$$O$
Jaci Alvarenga
Conselheiro Empresarial

domingo, 20 de janeiro de 2013

G1: Pedreiro de Santa Rita do Sapucaí é bicampeão da Ultramaratona


Do G1 Sul de Minas
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Na manhã deste sábado (19), os atletas da Ultramaratona, que saíram de São João da Boa Vista (SP) na sexta-feira (18)  começaram a chegar a Paraisópolis(MG). Após 217 quilômetros de percurso, incluindo um trecho da Serra da Mantiqueira, o bicampeão da prova Eduardo Silvério, cruzou a linha de chegada no Sul de Minas.
Se ficar acordado por 24 horas é uma tarefa árdua, imagine passar 25 horas e 36 minutos correndo? Este foi o tempo que o corredor levou para completar a prova. Natural de Santa Rita do Sapucaí (MG), o servente de pedreiro superou os próprios limites, competiu com outros 169 corredores e chegou em primeiro lugar, pela segunda vez.  “É uma emoção muito grande. Ser bicampeão é muita honra. Eu estou muito feliz”, disse.
De acordo com a organização da Ultramaratona, a maioria dos corredores deve gastar entre 40 e 50 horas para concluir a prova. A previsão é que boa parte deles cruzem a linha de chegada na tarde do domingo (20).
Atleta de Santa Rita do Sapucaí é bi-campeão de ultramaratona (Foto: Reprodução EPTV / Edson de Oliveira)Atleta de Santa Rita do Sapucaí é bi-campeão de ultramaratona (Foto: Reprodução EPTV / Edson de Oliveira)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Vídeo: A enchente de 2000

Assista um trecho do documentário de Luiz Carlos Lemos Carneiro sobre a maior enchente da história de Santa Rita do Sapucaí. Quer ver este vídeo na íntegra? Ligue 35 3471 2186 e faça o seu pedido.

Um passeio de barca pelo Rio Sapucaí (Rita Seda)

Não tinha certeza. Essa foto trouxe-me mais indagações e dúvidas ainda. Só tinha certeza de que meu pai teve uma barca no Rio Sapucaí. Essa certeza vinha das longas conversas de família e bem mais tarde de uma fotografia, essa que trago para a análise de vocês. Ela traz um grupo em elegante pose, parece que pronto para iniciar um passeio. Até onde iriam em nosso tranquilo Rio Sapucaí? Deve ter sido uma aventura e tanto! A barca balançando, o pessoal se equilibrando, alguns com medo, outros confiantes, apenas aproveitando uma tarde de lazer.  Que linda paisagem se descortina! E as águas calmas, próprias para a aventura... Na foto, vemos pessoas de terno completo, outros em mangas de camisa, as crianças, moças e senhoras muito bem vestidas. Alguns mais descontraídos do que outros. Um senhor de terno traz uma tarja de luto na lapela. Deixo a vocês a tarefa de descobrir as identidades... Sei quase todas! As indagações que trago intimamente são referentes a algo que me ocorreu quando examinei a foto. Fazia ela apenas passeios ou fretes também? Carminha, minha irmã, não soube responder, só sabe que muito passeou de barca... o que não aconteceu comigo, a rapa do tacho que, na ocasião da foto,  ainda não tinha nascido. Meu pai, um  sardo lutador, não devia ter um objeto desses só para passear... Ainda mais que meu irmão Pedrinho introduziu em nossa terra,já naquele tempo, o transporte em caminhões, o Rodoviário São Cristóvão! Em meu modo de ver as coisas, já que não tenho certeza, eles já faziam fretes de barca; tendo obtido algum sucesso ali, deve ter sido atiçada neles a vontade de ir ainda mais longe... Então, entra o empreendedorismo do mano mais velho, o Pedrinho. A aventura estava no sangue daquele que era filho de italianos, imigrantes à busca de um ideal.  Meu pai já devia estar cansado de formar lavouras e enriquecer os fazendeiros... Já estava com a vida estabilizada. Pedrinho, funcionário da Estamparia Santarritense era um homem de visão e coragem. Por que não? Dessa embarcação que eu nem conheci deve ter surgido o famoso Rodoviário São Cristóvão, menina dos olhos desse meu querido irmão. Como é encantadora a foto histórica e como nos dá a chance de admirar a paisagem, com a barca à frente no Rio Sapucaí, as pessoas da época... Qualquer dia destes trarei mais histórias para a nova geração saber um pouquinho do pioneirismo que marcou a nossa terra. Cada família, cada época, cada cidade tem uma história de vida que nos seria tão interessante conhecer!  Construamos o futuro sem deixar esquecido o passado.

Jornal da Alterosa: Homem morre em batida com caminhão em Santa Rita do Sapucaí

Jornal da Alterosa 1ª Edição

Homem morre em batida com caminhão em Santa Rita do Sapucaí

Reprodução TV Alterosa
 Roger Mesquita completaria 33 anos na próxima terça-feir

17 de janeiro de 2013 - Em Santa Rita do Sapucaí, um homem morreu depois que o carro dele bateu de frente com um caminhão. Chovia na hora do acidente. Bombeiros tiveram de usar um equipamento especial para serrar o que sobrou do veiculo.

Com o impacto da batida, o carro foi parar no meio do mato completamente destruído. Nas ferragens ficou o corpo de Roger Mesquita, de 32 anos. Ele seguia de Itajubá para Pouso Alegre.

O acidente aconteceu na BR-459, entre Santa Rita do Sapucaí e Itajubá. De acordo com informações do motorista do caminhão, João Batista, o carro teria invadido a pista contrária. 

O caminhão carregado de batatas seguia para o Rio de Janeiro. Na rodovia ficaram os pedaços do carro, inclusive do motor do veículo.

Roger completaria 33 anos na próxima terça-feira. Veja reportagem:

Portal G1: Homem morre após bater de frente com caminhão na BR-459 em MG

Vítima perdeu o controle do veículo próximo a Santa Rita do Sapucaí.

Ele ficou preso às ferragens e morreu no local.

Do G1 Sul de Minas
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Um homem de 32 anos morreu em um acidente na noite desta quarta-feira (16) na BR-459 próximo a Santa Rita do Sapucaí (MG). Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ele estava em um veículo Ecosport e bateu contra um caminhão que seguia no sentido contrário da pista.

Ainda segundo a polícia, ele perdeu o controle do veículo em uma curva conhecida como ‘Curva do Renó’. Com a batida, o homem ficou preso às ferragens do automóvel e morreu no local.
O corpo da vítima foi levado para o IML de Pouso Alegre (MG). O condutor do caminhão teve apenas ferimentos leves.
Ecosport ficou com a frente totalmente destruída (Foto: Luciano Lopes / TV F5.com)Ecosport ficou com a frente totalmente destruída (Foto: Luciano Lopes / TV F5.com)

Portal G1: Chuva arrasta carro e alaga bairros em Santa Rita do Sapucaí, MG

No bairro Maristela, a enxurrada forte chegou a arrastar um veículo.

Nível do Rio Sapucaí está quase três metros acima do normal.

Do G1 Sul de Minas
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A forte chuva que atingiu Santa Rita do Sapucaí (MG) na noite desta quarta-feira (16) causou o transbordamento do Rio Sapucaí, alagando ruas de pelo menos quatro bairros na cidade. De acordo com a Defesa Civil, no bairro Maristela, a enxurrada foi tão forte que chegou a arrastar um carro.
Chuva alaga ruas de quatro bairros em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Giácomo Constanti / Vale Independente)Chuva alaga ruas de quatro bairros em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Giácomo Constanti / Vale Independente)
Os bairros Fernandes, Jardim Beira Rio e Ozório Machado também foram atingidos pela  enchente, com várias ruas alagadas.
Ainda segundo a Defesa Civil, o nível do Rio Sapucaí está quase três metros acima do normal. Até a publicação desta nota, não havia desabrigados ou desalojados na cidade.
Ruas de pelo menos quatro bairros ficam alagadas em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Giácomo Constanti / Vale Independente)Ruas de pelo menos quatro bairros ficam alagadas em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Giácomo Constanti / Vale Independente)
Moradores sofrem com ruas alagadas em Santa Rita do Sapucaí. (Foto: Giácomo Constanti / Vale Independente)Moradores sofrem com ruas alagadas em Santa Rita do Sapucaí. (Foto: Giácomo Constanti / Vale Independente