sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Benedito Capistrano e a criação do Santa Rita Country Clube
Como tudo começouNo final de 1959, Benedito Capis-trano Alckmin teve uma ideia até então inovadora para os padrões locais. Ele sonhou em criar um clube no qual a sociedade local pudesse nadar, praticar esportes e realizar eventos sociais. Até então, a cidade dispunha do Clube Santarritense (Praça Santa Rita) para realizar suas festas, mas não contava com um bom espaço de lazer. Foi aí que ele chamou os amigos, juntou forças e implementou um projeto que seria útil à população até os dias de hoje. A história do surgimento do Santa Rita Country Clube você confere a seguir.
Carlos José Ribeiro conta que, ao vislumbrar o projeto, Ditinho chamou um grupo de amigos e pediu aos santarritenses que colaborassem na obra. Aos irmãos Rubens e Hélio de Luna ele pediu que fizessem a planta. Já a piscina, foi assinada pelo engenheiro Fernando Costanti que a desenhou com uma bonita passarela de luzes coloridas, trampolins e raias. “O local escolhido para receber o audacioso projeto foi doado pela família Andrade. Aquele local era um pasto e precisou ser todo aterrado. Em reconhecimento, o Di-tinho doou 20 cotas para eles.”
Outra recordação de Carlinhos Dentista foi do esforço empreendido pelo promotor Joaquim de Araújo Porto, responsável pela venda das ações: “Ele se empolgou com o desenvolvimento de Santa Rita e abraçou o projeto de execução do Clube. Todos os dias, ele ia às obras.”
Texto do Folder Promocional do Santa Rita Country Clube:
“À margem esquerda do majestoso Rio Sapucaí, ensombrado de chorões que se debruçam mansamente sobre as águas, ergue-se o Santa Rita Country Clube. Fruto da ação dinâmica do povo santarritense, ele representa as afirmações da cultura intelectual e física de nossa gente. Para as crianças, criamos uma piscina em forma de trevo, símbolo da felicidade, para que tenham a agradável sensação do esporte sadio. Aos jovens, existirá uma artística piscina, em estilo ornamental e olímpico, de contornos largos, onde todos poderão praticar o refrescante esporte da natação.”
Concretizando um sonho
Depois de dois anos, o sonho de Benedito Capistrano foi finalmente concretizado e o Santa Rita Country Clube estava pronto para ser inaugurado. O espaço, bem mais simples do que temos hoje, era composto apenas pela área da piscina grande e dos vestiários. No dia do lançamento, um grande coquetel foi realizado ao redor da piscina e todos – sem exceção – foram jogados dentro d´água. Nem a diretoria escapou da brincadeira.
Primeira Diretoria do Country Clube
Presidente
Benedito Capistrano Alckmin
Vice
Rubens Amaral
1º Vice
Dr. José Alcides Rennó Mendes
2ºVice
Huet Moreira
1º Secretário
Dr. Arlete Telles Pereira
2º Secretário
Jader Machado Homem
Orador
Dr. Joaquim de Araújo Porto
Procurador
Dr. José Caponi de Melo
Diretor Social
Cap. Paulo Cunha Azevedo
Diretor de Esportes
Dr. Carlos José Ribeiro
1º Tesoureiro
Nelson Azevedo Marques
2º Tesoureiro
José Ribeiro da Silva
Diretor de Patrimônio
João Batista Costa
Novos desafios
Após a inauguração do empreendimento, diversas famílias passaram a se interessar em fazer parte do Clube e cerca de 400 cotas foram vendidas. Com o crescente número de sócios, o projeto ganhou força e várias obras foram implementadas nos anos se-guintes. “Cada diretor que entrou foi construindo alguma coisa.” Carlinhos conta que uma delas - a cobertura do Ginásio Poliesportivo - foi realizada através de uma doação de 5 milhões de Cruzeiros feita pela ASA – Associação Santarritense de Atletismo. Como contrapartida, o Country deveria sediar – uma vez por ano – os jogos promovidos pela agremiação.
A fusão
Em 1985, a chapa encabeçada por Carlinhos Dentista assumiu a diretoria com a missão de realizar a incorporação do antigo Clube Santarritense ao Santa Rita Country Clube. Até então, as duas Associações eram independentes e coube aos novos diretores realizar sua fusão. “Nós definimos em reunião que todos os sócios que estivessem em dia com o Clube Santarritense ganhariam uma cota do Country e continuariam sócios. Naquele momento, 40 cotas estavam em dia e eram aquelas famílias que mantinham a antiga entidade em funcionamento. Os associados que deviam não foram beneficiados.”
Ontem e hoje
De lá pra cá, muita coisa mudou. O Country ampliou suas instalações, construiu novas piscinas, sauna, diversas quadras e campos de futebol, criou um salão de festas e até montou umas das academias mais completas da cidade. Atualmente, seu presidente é Benedito Capistrano Neto, o Taninho, que herdou, não somente o nome do fundador da Associação, como também a cota de número 001 e o grande amor que o avô nutria por este importante projeto.
Relato sobre um importante benemérito
“Depois de tanto tempo, muitos santarritenses já não se lembram do mentor desta iniciativa que transformou a cidade. Da primeira diretoria, restaram apenas eu, o Huet Moreira e o Caponi. Quando o Country completou 50 anos, até sugeri ao Taninho que fizesse uma festa em homenagem ao seu avô, tamanha foi a sua importância. O senhor Ditinho Capistrano era um homem espetacular. Na minha gestão até colocamos uma placa em sua homenagem no local. A cidade deve muito a ele.” – relata Carlinhos Dentista.
De lá pra cá, muita coisa mudou. O Country ampliou suas instalações, construiu novas piscinas, sauna, diversas quadras e campos de futebol, criou um salão de festas e até montou umas das academias mais completas da cidade. Atualmente, seu presidente é Benedito Capistrano Neto, o Taninho, que herdou, não somente o nome do fundador da Associação, como também a cota de número 001 e o grande amor que o avô nutria por este importante projeto.
Relato sobre um importante benemérito
“Depois de tanto tempo, muitos santarritenses já não se lembram do mentor desta iniciativa que transformou a cidade. Da primeira diretoria, restaram apenas eu, o Huet Moreira e o Caponi. Quando o Country completou 50 anos, até sugeri ao Taninho que fizesse uma festa em homenagem ao seu avô, tamanha foi a sua importância. O senhor Ditinho Capistrano era um homem espetacular. Na minha gestão até colocamos uma placa em sua homenagem no local. A cidade deve muito a ele.” – relata Carlinhos Dentista.
(Carlos Magno Romero Carneiro)
Agradecimento Especial ao amigo Carlos José Ribeiro
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Capitão João Antônio Dias, o Tropeiro de Santa Rita (Por Ivon Luiz Pinto)
Tio João Correia era grande tropeiro em Delfim Moreira. Alto, forte e bugre. Eram chamados de bugre os mestiços de índio. Tropeiro é a designação dada aos condutores de tropas, assim chamadas as comitivas de muares e cavalos.
O tropeiro é um personagem muito importante na história de Minas Gerais (e do Brasil). Um dos reflexos da sua importância na história do Estado está na culinária: o Café e o feijão tropeiro. O prato que se tornou uma das especialidades na cozinha mineira já era carregado por esse viajante montado das estradas de terra que ligavam Minas Gerais ao Rio de Janeiro. Há também o estilo de viola tropeira, batizada pelo modo peculiar de tocar o instrumento que esses cavaleiros tinham.
A topografia eriçada e hostil de Minas Gerais não permitia estradas que comportassem o uso das carretas, como nos pampas de Castela. Impunha-se aqui a solução que o Inca encontrara para vencer com o lhama os socavões da Cordilheira e, por isso, foi utilizada a tropa de muares.
Inicialmente, a função das tropas era levar para o litoral o ouro e as pedras preciosas das Gerais e voltar trazendo o sal, a carne e os mantimentos, pois aqui a preocupação era a extração do ouro e das pedras e não se cultivava a terra.
Os tropeiros de Minas que iam ao Rio preferiam entregar e receber suas cargas no porto de Estrela, à margem do rio Inhomerim, a tocar diretamente à Capital. Ainda hoje, o local onde se desembarcava na Corte, vindo do porto de Estrela, se chama “Cais dos Mineiros”.
Capitão João Antônio de Souza Dias era oficial de carreira do exército português e veio assentar residência nas terras do vale do Sapucaí. Sendo um dos primeiros povoadores de nossa cidade, casou-se com Mariana Ribeiro Dias, moça da família dos Ribeiros de Soledade de Itajubá, atual Delfim Moreira.
Desse casamento nasceram 10 filhos, sendo 5 mulheres e 5 homens:
Francisca, Maria José, Ana Cândida, Inácia, Placedina, Custódio, José Pedro, Francisco, Antônio e Teotônio.
Atento aos negócios da região, o Capitão fazia comércio levando no lombo de sua tropa de mais de cem burros castanhos, produtos da terra para o vale do Paraíba e, daí, seguindo para Parati, através de Guaratinguetá e Cunha. Muitas vezes, alargava a caminhada e chegava até o Rio de Janeiro. Seu filho, Antônio Paulino, era companheiro constante nas viagens e, quando o pai já estava cansado, empreendia a responsabilidade total da viagem.
Para facilitar o transporte de sua carga ele construiu, com madeira de sua propriedade, uma ponte sobre o rio Sapucaí, quase no mesmo local onde está hoje uma ponte de cimento perto do Clube Santarritense. O roteiro comum das tropas era por Boa Vista de Itajubá, Registro de Itajubá - atual Piquete - Lorena e, pela estrada de Guaypacaré, chegava-se a Guará e daí por Cunha descia até Paraty. Em algumas viagens ele e seus filhos chegaram até São Paulo e Rio de Janeiro.
À frente da tropa ia a mula madrinha, com o peitoral cheio de cincerros que batiam um som metálico compassado, acompanhado pelo bater dos cascos dos outros animais. Junto à madrinha, na frente, ia o tocador e, lá atrás, iam o arreador, o ferrador e o cozinheiro, levando mulas com o material necessário para o seu ofício. “Malotagem” eram os apetrechos e arreios necessários de cada animal e acondicionamento da carga e “broaca” os bolsões de couro que eram colocados sobre a cangalha e serviam para guardar mercadoria. A alimentação na viagem era constituída por toucinho, feijão preto, farinha, pimenta-do-reino, café e fubá
O Arquivo Público Mineiro – APM – traz o seguinte registro de 1834:
Relação dos habitantes do Distrito de Santa Rita, da Freguesia de São Sebastião da Capituba, Termo da Vila de Campanha, Comarca do Rio Sapucaí:
Juiz de Paz - João Antônio Dias
Segundo Quarteirão
- m Capitão João Antônio Dias
(branco 48 casado lavrador sabe ler)
- f Mariana Ribeira de Jesus (branca 40)
- m Custódio (branco filho 18)
- m José (branco filho 14)
- m Francisco (branco filho 11)
- m Antônio branco filho 9)
- m Teotônio (branco filho 5)
- f Maria (branca filha 16)
- f Ana (branca filha 8)
- f Inácia (branca filha 7)
- 17 escravos cativos
O Arquivo Público Mineiro – APM – traz o seguinte registro de 1834:
Relação dos habitantes do Distrito de Santa Rita, da Freguesia de São Sebastião da Capituba, Termo da Vila de Campanha, Comarca do Rio Sapucaí:
Juiz de Paz - João Antônio Dias
Segundo Quarteirão
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(branco 48 casado lavrador sabe ler)
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- ENTREVISTAMOS GIOVANI RIBEIRO, UM MÚSICA DE PROFISSÃO
- O FANTÁSTICO ENCONTRO DO ZÉ ABRÃO E GETÚLIO VARGAS
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O PROFESSOR QUE CRIOU O INATEL
- JUIZ DE DIREITO DE SANTA RITA DESENVOLVE PROJETO SOCIAL REVOLUCIONÁRIO EM SANTA RITA DO SAPUCAÍ
- IVON FALA SOBRE O BURROQUÊS: UMA MOEDA CRIADA EM MINAS GERAIS
- ALUNOS DA FEBRACE SÃO OS GRANDES VENCEDORES DA MAIOR FEIRA DE
CIÊNCIAS E ENGENHARIA DO BRASIL
- HAIDÉE CABRAL FALA UM TEMPO QUE NÃO VOLTA MAIS
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
ETE FMC homenageia Cecília Pedroso Barbosa
Maria Cecília Pedroso Barbosa nasceu em São Paulo, mas passou toda a infância e adolescência em Pouso Alegre. Sua vinda para Santa Rita do Sapucaí, aconteceu em 1969, quando se matriculou no curso de Engenharia Operacional, do recém criado Inatel. Naquele mesmo ano, conheceria seu esposo na faculdade, um aluno chamado Navantino que viria se tornar um dos professores mais lendários da ETE FMC.
Em 1972, Navantino trocou a disciplina de Ele-tricidade por outra matéria, e foi substituído por sua futura esposa. Desde então, com apenas 22 anos, Cecília lecionou a diversas personalidades locais, dentre elas: os professores Wander, Carlos Godoy, Geraldo Gil, Tadeu e os empresários, Souza da Linear e Max.
Depois de 4 anos convivendo com termos como indutância, ressonância e outras nomeclaturas complicadas, Cecília pediu dispensa para dar a luz ao seu filho e, como ele passou por algumas intervenções cirúrgicas delicadas, acabou se afastando por 14 anos da instituição. Nesse meio tempo, tornou-se catequista da Paróquia local, vocação que acabou favorecendo para que ela viesse novamente lecionar na ETE FMC.
Em 1991, o Padre Sefrin se preparava para implantar a disciplina de ensino religioso na ETE FMC e convidou Cecília para assumir as aulas. Com um posicionamento voltado para valores religiosos gerais, a professora não tardou a conquistar a admiração dos estudantes. “Até hoje, quando eu estou na rua, ainda sou cumprimentada pelos antigos alunos, que dizem ter gostado das minhas aulas. Isso me deixa muito contente.”
Dez anos depois, com o surgimento de uma disciplina chamada “Fundamentos de Cidadania”, a experiente professora foi escalada para assumir esta cadeira e ajudou a escola a implementar um projeto de formação integral. “A idéia era incentivar o relacionamento interpessoal e desenvolver o raciocínio lógico através de jogos.” – conta.
Nos anos seguintes, algo muito interessante passou a acontecer na vida de Cecília: além de seu marido e ela darem aulas na escola, seu filho também foi aprovado no processo seletivo e passou a estudar na instituição. Depois, foi a vez dos três filhos de sua empregada também se formarem na ETE FMC. Atualmente, sua neta está no terceiro ano do curso técnico. “A ETE é uma continuação da minha casa. Meu projeto de vida é me aposentar aqui, o que deverá acontecer em quatro anos.”
Atualmente, Cecília atua como Orientadora Educacional do segundo e do terceiro ano. Com muita sensibilidade e carinho pelos alunos, sua missão é orientá-los na solução de seus problemas, auxiliá-los na formação de grupos de estudo e estabelecer uma ponte entre os pais e professores.
Padre Guy Jorge Ruffier, Diretor da ETE FMC, assim falou sobre uma de suas colaboradoras mais antigas: “O cargo que a Cecília ocupa é essencial em nossa proposta de educação. Diariamente, chegam a ela os mais variados desafios que afligem alunos, professores e pais e, para isso, é necessário muita delicadeza e firmeza – atributos que ela tem de sobra. Eu a vejo como uma pessoa muito prestativa, fiel e pontual. Ela parece ser uma pessoa bem reservada e que trabalha sempre em silêncio, sem fazer alarde. Muito estimada pela comunidade acadêmica, sua missão junto à instituição já dura quase uma vida, o que é motivo de grande gratidão para todos nós.”
BRINDE DO DIA: Sabonete íntimo
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terça-feira, 3 de abril de 2012
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Santarritense pede ajuda de doadores de Sangue
Santarritense pede ajuda de doadores de sangue, em Rede Social. Para aqueles que quiserem exercitar a solidariedade, a hora é essa.
Mercado Municipal mantém consumidores há quase meio século
Mercado Municipal, lugar onde as pessoas costumam freqüentar por ser um ambiente gostoso e tranqüilo, é um dos centros de comercialização das pequenas cidades mais usados, podendo-se encontrar de tudo, desde alimentos a vestimentas. É também um local para reencontrar pessoas. Em Santa Rita do Sapucaí, o mercado municipal foi fundado em 1964.
Anísio Dias dos Reis, comerciante do açougue São Jorge, começou suas vendas desde o antigo mercado, onde está situada a Praça da Katrim. Em 1970 foi transferido para o atual local, onde permanece até hoje. Anísio é considerado um dos mais antigos comerciantes do mercado de Santa Rita, tem 10 funcionários a seu dispor e uma dezena de restaurantes da cidade consomem seus produtos para revender. Segundo Dias as vendas estão boas neste começo de 2012. “No inicio do ano com o IPVA, faculdade, materiais escolares, as pessoas quase não tem o dinheiro para compras, então está melhor do que eu esperava”. Dias espera que seja um ano muito bom para o comércio.
Para quem gosta de frutas sempre fresquinhas, uma excelente opção é a Banca do Dito. Com uma grande variedade de frutas e hortaliças, o espaço é muito bem frequentado e é visitado diariamente por santarritenses dos mais diversos bairros. O Santarritense Leandro Vilela, freguês da Banca do Dito há muitos anos, confidencia: "Eu faço minhas compras no supermercado, mas deixo para comprar frutas aqui. Além dos produtos estarem sempre fresquinhos, existe uma variedade maior, com preços bem mais competitivos. Pelo menos, uma vez por semana, venho ao Mercadão comprar pastéis e aproveito para visitar a banca de frutas do Dito. Para aqueles que querem uma alimentação mais balanceada, não há nada melhor".
Também a banca Tonhão e Filhos, uma das mais antigas do mercado, desde 1969, comercializa frutas, verduras, legumes e queijos. Paulo Rogério Rodrigues diz que para eles as vendas estão boas neste ano, dá para conseguir um valor aproximado de R$2.000 reais por mês. “Os dias melhores para vender são nas terças e sextas-feiras, porque as mercadorias novas chegam e o cliente chega junto”, declara. Ele espera que nesse ano continuem boas.
Conhecida como a Pastelaria do Toninho, desde 1970 atendendo os consumidores, João Batista Pereira seu proprietário diz: “Com a reforma do mercado melhorou bastante as vendas. Os dias mais lucrativos para vender são aos sábados, porque muitas pessoas estão de folga ou não trabalham”, comenta. E junto com Pereira trabalham Paulo Sérgio da Costa e Leandro Donizete Pereira. O valor aproximado que a pastelaria rende ao mês é R$3.500 reais.
Já para Antônio Correa Sobrinho e Benedita Paula de Jesus, que vendem roupas, sapatos, mochilas e acessórios desde 1972, o comércio não está bom nesse início de ano. “Deu uma enfraquecida boa e no decorrer da semana está muito ruim, desabafa ela. Para Correa os únicos dias melhores para vender são às sextas-feiras e aos sábados. O casal tem esperança de que a situação se altere de agora em diante.
Mas para Fabiana Félix da Silva que desde o ano de 2007 resolveu abrir o restaurante São Judas Tadeu, o consumo está ótimo. Ela abriu com o intuito de que quando as pessoas da roça viessem para a cidade pudessem almoçar e ficar a vontade em um lugar aconchegante. “Segundas e sextas-feiras são os dias mais movimentados, consigo render um valor aproximado a R$1.500 reais por mês e quero que as vendas melhorem a cada dia”, afirma ela.
Jaci AlvarengaTeodoro, professor de uma universidade, em Santa Rita do Sapucaí, é cliente assíduo há 5 anos, desde quando foi aberto o restaurante. “Comia em outros lugares, mas a comida era muito gordurosa, meu colesterol subia. Comecei a frequentar o Judas Tadeu, gostei, porque a comida é simples, caseira, tem qualidade e higiene. A estratégia empresarial de todo e qualquer estabelecimento deveria ser a seguinte: O produto tem que ser bom, bonito e barato”, aconselha o professor.
Fonte: Site Brasil Metrópole
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
ALUNO DA ETE FMC É DESTAQUE NO GLOBO REPÓRTER
O aluno do 2o Ano da ETE FMC, Bruno Carmo Kaiuca, será assunto no Globo Repórter no mês de maio. O programa com o tema “Inventores” retratará o cotidiano de mentes criativas, como do aluno da ETE. A equipe do Globo Repórter, liderada pelo renomado jornalista, e também conceituado escritor, Edney Silvestre, no intuito de acompanhar a rotina de Bruno, esteve na ETE FMC gravando o jovem em sala de aula e em sua sala de projeto, onde passa a maior parte do tempo vago, desenvolvimento seus experimentos. As gravações foram na tarde e na noite de quinta-feira, dia 29 de março.
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| Bruno (primeiro à direita) com equipe do Globo Repórter. |
domingo, 1 de abril de 2012
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